Aquela noite estava linda, o céu estrelado, depois de um dia tenso e cheio de oscilações de humor, decisões e.. tempo. De tempo tipo tempreatura, e não do tempo tipo hoa, também, porque a hora andou, praticamente correu,e ntão ela também mudou. Mas de repente, no meio da noite, as estrelas se escondeam, o céu foi tomado por nuvens acinzentadas e reflexos de raio. Daí então, a chuva. Mas antes da chuva, a menina sentou no sofá e na frieza de uma palavra, botou os pingos nos I's e em meio a toda a frieza a lágrima se desprendeu dos canos dos olhos. Ela desce, fazendo molhar sua blusa branca e borrar o resto que ainda havia da maquiagem. Por fora nada mais paecido com o que ainda tinha por dentro algo borrado, litealmente cansado, de tudo, de todos, cheio de, ou melhor, vazio de. Um vazio que não havia mais espaço para se esvaziar, não cabia mais tanto de nada dentro de alguém que só sabe que de viver, de conhecer, de entender, de aprender, de esqeucer, não sabe mesmo de NADA. Não é preciso saber tudo, mas um pouco de tudo. Isso POUCO, ainda era pouco tudo que ela, a menina, precisava saber. Nada é suficientemente o bastante para se concluir que ainda, depois de tudo, não é suficiente para se entender. Por fim, para esvaziar um pouco menos o vazio, foi peciso ainda chorar a não lágrima. Talvez seja por isso que o tempo mudou e depois choveu.
Texto de minha autoria, sim meu domingo.

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