o silêncio não passa.
Permaneço atento a cada movimento.
Um inseto sobrevoa a sala,
e cada rosto parece pensar...
mas os olhos mentem,
porque brilham falsos em torno de si.
Dentro das cabeças
nada mais passa, a não ser o vento...
as palavras entram de um lado,
mas saem do outro se fazendo expandir em eco,
naquele vazio, ao se misturar ao vento.
Parar, pensar, respirar.
Janela, chuva, chuva, janela,
cabeça, grito, e a bola quica,
vozes, chuva, janela, e mais chuva...
e então o silêncio parou.
Considero esse texto, meu bebê! hahahaha' acho ele infantil, imaginário, e trás muita lembrança dos dias de chuva, de quando eu era pequena (é, digamos criança.. ), de brincar na rua, do barulhinho da calha, minha vó fazendo bolinho de chuva.. Parece tudo tão simples, normal.. Mas que pra mim teve muito significado, são coisas que me deixam MUITA, MAS MUITA saudade. (':

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